janeiro

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Governo prevê investimentos de milhões no setor energético

O investimento de 4930 M€ previsto pelo Governo para a energia, no Programa Nacional de Investimentos 2030, vai ser dividido em 3 grandes áreas:

 

Estes investimentos estão previstos no Programa Nacional de Investimentos 2030 (PNI 2030), entre 2021 e 2030, com o objetivo de contribuir para a descarbonização da economia e reduzir a dependência energética do exterior, sendo parte do financiamento será feito pelos consumidores, através das tarifas de eletricidade e gás.

 

Figura 1 - Distribuição do investimento no setor energético (em milhões de €)

 

Eficiência Energética:

O PNI 2030 prevê um investimento de 1500 M€, a repartir entre privados e Estado, sendo que o “investimento será assegurado não só através do Estado via fundos comunitários, mas contemplará igualmente investimento por parte da Administração Pública Local, Sector Empresarial do Estado, Sector Empresarial Local e privados”, disse fonte do Ministério do Ambiente e Transição Energética (MATE).

 

Produção:

Quando o Governo fala de produção refere-se à Produção através de Energias Renováveis (1800 M€). Este investimento vai ser a ser feito por privados e divide-se em renováveis em geral (650M€) e em renováveis oceânicas (1150M€), como se pode ver na figura acima. Nestes investimentos também se inserem novas soluções inovadoras e projetos-piloto em bioenergia, solar com concentração, armazenamento e produção descentralizada.

 

Distribuição, Armazenamento e Transporte:

Para o Investimento nas Redes de Distribuição, Armazenamento e Transporte energia estão incluídas as interligações, reforço na rede elétrica nacional para receção de nova capacidade de produção de eletricidade e sistemas inteligentes”, segundo o MATE, onde estão previstos 5 programas de investimento, num total de 1630 M€, como se pode observar na figura:

   1) 860 M€ para Interligações - redes internacionais;
   2) 240 M€ para a eletricidade e para o gás;
   3) 175 M€ para a consolidação das redes nacionais de eletricidade; 
   4) 225 M€ para a promoção de sistemas inteligentes para a transição energética;
   5) 130 M€ para novas infraestruturas de gás natural liquefeito.
 

O ministro do Ambiente e da Transição Energética, Matos Fernandes, prevê que estes projetos envolvam “numa parte considerável do investimento, os operadores das redes de transporte de eletricidade e gás natural e os operadores das redes de distribuição de eletricidade”, o que significa que boa parte dos investimentos em infraestruturas acabarão por ser financiados através das tarifas de eletricidade e de gás natural.

proposta de plano de investimento da REN para a rede elétrica no valor de 474 M€ “já acomoda parte dos investimentos necessários para receber esta nova energia renovável que entrará no sistema”, declarou o secretário de Estado da Energia, João Galamba.

 

 

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