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3ª vaga de Energias Renováveis em Portugal – 800M € para o Fotovoltaico

De modo a eliminar o problema do acesso à rede elétrica, até 2021 vão nascer em Portugal 31 novas centrais solares fotovoltaicas, num total de mais de 1 000 MW de licenças. Estas licenças vão ser para regime de mercado, ou seja, sem direito a tarifas subsidiadas e concentram-se sobretudo no Algarve e no Alentejo., como mostra a figura a baixo:

 

 

Assim esta já é considerada a 3ª Vaga das Energias Renováveis em Portugal, depois das centrais hídricas e dos parques eólicos que mudaram a paisagem de norte a sul, tendo chegado a vez do fotovoltaico.


Das centrais previstas acima, atualmente existem apenas 2 já construídas sem tarifas subsidiadas, e a produzir eletricidade para a rede (uma em Estremoz, e outra em Ourique, com 46 MW). Ainda para 2018 está prevista a entrada em funcionamento de mais 1 central, no distrito de Beja. Em 2019, estreiam mais 7, outras tantas em 2020, e a grande parte (16) em 2021.


Uma das formas de garantir a intenção de investimento, passa por, após aprovação da licença, os promotores terem um prazo de 2 anos para os trabalhos de construção, com possibilidade de extensão de mais 1 ano, caso o atraso não seja da sua responsabilidade.
 

Segundo garantiu Jorge Seguro Sanches, “Até 2021 vamos conseguir triplicar a capacidade solar em Portugal”, dos atuais 572 MW para perto dos 1600 MW”, .

No entanto João Faria Conceição, administrador executivo da REN, avisa: “Temos de desenvolver a rede para integrar estas novas fontes”. 
Sá da Costa da APREN também reforça: “Há vontade de investir. Não há é capacidade da rede, nem pontos de ligação para os pedidos que existem.”
O governo reconhece a lacuna. “A grande dificuldade no desenvolvimento destes parques solares é a capacidade de ter uma rede disponível para que se possam ligar”, tinha já admitido Seguro Sanches.

 

Seguro Sanches também afirma que ainda dentro da 3ª vaga de Energias Renováveis em Portugal, vai haver uma “2ª vaga de projetos solares para 2024-2025. O governo pondera antecipar esses investimentos com a aprovação do novo plano de investimentos da REN”, sendo que esta poderá ser a primeira vez que um plano de investimentos da REN é aprovado pelo governo.

 

Segundo o Governo, Portugal está "em linha" para cumprir até 2020 a sua meta de 31% de incorporação de energias renováveis no consumo final de energia e embora a meta europeia para 2030 esteja fixada nos 32%, segundo o secretário de Estado da Energia, o Governo continua a defender metas mais ambiciosas, de 40% até 2030, "mas sem que as novas centrais tenham de ser pagas pelos consumidores".

 

 

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